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Fachada Ocidental da Estação Caminho de Ferro do Valado dos Frades!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Estes meus Pobres Escritos



A ti´ Carminda do Nascimento Chaves nasceu no dia 1 de Abril de 1917.
A sua vida é sempre de uma dedicação e empolgamento por tudo ao que o Valado diz respeito.
Mulher simplista envolve-se em temas onde a sua presença e contributo são precisos - na igreja, nas manifestações religiosas, nas manifestações culturais como o teatro, talvez uma das grandes impulsionadoras do rancho folclórico, as colectividades!...
O seu entusiasmo e vitalidade são contangiantes e o trabalho abrangente...participa activamente...e ainda se dedica a escrever textos, músicas,...
Pois bem, no dia 20 de Abril de 1985 publicou o livro cuja capa está representada na figura. 
Prefaciado pelo Dr. Paulo Guerra, o livro percorre em versos singelos mas cheios de sentido e envolvimento, o seu grande Amor pela terra que a viu nascer.
As pessoas, os animais, as terras , as paisagens...tudo ela quiz abraçar e abarcar!
Obrigado ti´ Carminda!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Valado dos Frades do séc. XII ao séc. XX



Estamos em 1988, e com o apoio da Junta de Freguesia, foi dado à estampa o livro cuja capa se reproduz, da autoria do saudoso Aurélio José Rodrigues de Sousa e Sérgio Leal Pedro.
É o 1º livro publicado sobre o Valado, e o seu mérito advém não só daí, mas da grande riqueza que nos transmite - é um circular, como o título nos indicia, ao longo de anos, para que as memórias se não desvaneçam.
Posteriormente outras publicações apareceram, mas o trabalho do Aurélio e do Sérgio merece-nos todos os encómios e que não devemos regarear.
Tenho o prazer de possuir um exemplar autografado pelos autores, e tive o previlégio de ter escrito o prefácio.
E se me é permitido, a melhor homenagem que julgo prestar aos autores, é transcrever aqui esse prefácio...que se mostrou premonitório e actual!

Prefácio
Comunicamos escrevendo.
Enriquecemos investigando.
Perpetuamos transmitindo.
Os homens e as coisas correm o eminente perigo de ser engolidos no sorvedouro do tempo, e perante um quotidiano que "desliza" em constante mutação, estaremos certamente ante uma fatalidade irrecuperàvel...o olvidar desses homens e suas coisas.
É preciso encontrar alguém, que disponível, investigador, desejoso do conhecimento, e do contacto com uma imensidade do saber tradicional ou não, tente evitar o esquecimento, na certeza da irreversibilidade histórica e não repetência das coisas.
Temos perante nós esse alguém e o seu trabalho.
Há que instilar-lhe ainda mais força criativa e apoio caloroso, para que não ocorra o desânimo.
Incentivemo-lo.
Outros surgirão!
Para que tal como agora não sucedeu, a fatalidade do esquecimento...não vingue!
                                        Hélio Manuel Coelho Matias


Obrigado Aurélio e Sérgio!