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Painéis de azulejos da Nazaré e Alcobaça na Estação Caminho de Ferro e praça principal, do Valado dos Frades!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

terça-feira, 30 de outubro de 2012

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

domingo, 28 de outubro de 2012

sábado, 27 de outubro de 2012

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Porque é de noite...

Manuel António Pina (1943-2012), jornalista, poeta e escritor português
in Público

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Cofre do banco...

Carlos Drumond de Andrade (1902-1987) - escritor e poeta brasileiro
in Público

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

sábado, 13 de outubro de 2012

Mercado de Alcobaça...Mulher a Caminho


Terra agrícola, o Valado tem “necessidade” de produzir com duas finalidades: por uma questão de sobrevivência e assim garantir para consumo doméstico os bens fundamentais, e também porque precisa de rentabilizar essa produção de modo a que o máximo de excedentes permitam ainda uma “corrida” ao mercado!
Historicamente é sempre a mulher quem se encarrega da venda…no Valado muitos poucos homens tomavam esse trabalho para si!
O homem ajudava na apanha dos produtos que iam compor a “carrada”!
Era também o homem que se deslocava muito de madrugada com a carrada no carro das vacas para o mercado de Alcobaça, onde ajudava a descarregar e…voltava para o Valado a fim de ir trabalhar no campo.
A mulher ficava na praça…compunha as coisas a seu gosto e aprestava-se para rapidamente vender e regressar a pé, para ainda se possível ir dar uma ajuda no campo!
A imagem de hoje, em mais um desenho de Joaquim dos Santos Ferreira, com o mesmo sentido do que atrás disse, mostra outra realidade que é o transporte por burro!
Aqui há algumas diferenças, é a mulher sozinha que vai para o mercado e o burro com os ceirões vai carregado com produtos tipicamente do Valado…as abóboras!
O ser no carro das vacas ou no burro, prende-se fundamentalmente…com o volume do que se tem para vender!
Esta era a realidade semanal em relação ao mercado de Alcobaça, de que já coloquei um "post" aqui!
Quando o burro levava a “venda” para a Marinha Grande tudo era diferente e será explicado noutra oportunidade.
Com o advento das “fragonetes”…adeus vendas levadas em burros ou carro das vacas!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Quem é este jovem?


Saíu de cena há bem pouco tempo!
...Mas se não tivesse legenda...reconhecê-lo-ia?!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Chá Sambique


Quando hoje somos confrontados com uma míriade de anúncios...muito coloridos...apelativos sob as formas mais diversas...temos de sorrir ante esta "ingénua" publicidade, inserido na contra-capa da Crónica Feminina, em 11 Agosto 1960.
Será que este mesmo anúncio colocado hoje com o uso das novas técnicas levaria a vender mais?
...Certamente, mas o Chá Sambique seria o mesmo!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Borda D´Água...Outubro


Com o Outubro "à porta"...as nossas vidas transmutam-se!
As primeiras chuvas...o Outono a dar os "primeiros passos" e...tanto trabalho para fazer...vindimas...arrecolhas...encilagens...preparação de terras...etc, etc!
O "nosso" inseparável Borda D´Água, tem um papel preponderante de ajuda e conselho!



Provérbios de Outubro:

Outubro meio chuvoso, torna o lavrador venturoso.
Meia vida é a candeia e o vinho a outra meia.
Em Outubro sê prudente, guarda o pão, guarda a semente.
Vindima em Outubro , que S. Martinho to dirá.
Aí por S. Lucas sabem bem as uvas.
Quanto Outubro for erveiro, guarda para Março o palheiro.
Outubro quente trás o diabo no ventre
Logo que Outubro venha, procura a lenha.

 http://culturapopular.no.sapo.pt

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Podar e Empar


Grupo de homens num pomar, a podar e consequentemente a empar.
É um trabalho que se repete todos os anos, preferìvelmente antes das árvores iniciarem o seu ciclo vegerativo.
Os ramos eram cortados de modo a garantir uma boa floração e renovação - podar -  e posteriormente, no caso e se fosse necessário, eram atados a canas que lhes serviam de suporte - empar.
De notar que neste grupo mais de metade ainda usa barrete, o que era da tradição no mundo rural.
O barrete guardava em "perfeita confusão", o dinheiro, a onça de tabaco e o livro de mortalhas...uma autêntica "mochila" de três em um!
Postal editado por Hélio Manuel Coelho Matias, em 23 de Março de 2005.