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Fachada Ocidental da Estação Caminho de Ferro do Valado dos Frades!

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Quem são estes Jovens?



Não é preciso muito tempo!...
Oh tempo...volta p´ra trás?!
Estão outra vez na "berra".
Não, tudo segue uma sequência, só temos...de a aceitar e entender!
Quem são?

Hélio Matias

Loja antiga

Antiga mercearia-loja do "Ti´Jaquim Ferreira" (antiga Coelho & Varela), cerca 2000

Todos nós, somos "consumidores" de Hipermercado!
Rebuscando nas notas sobre a minha aldeia, fiquei estupefacto por constatar que em 1929...afinal já havia um em Valado dos Frades!
E com direito a um recorte de publicidade saído no jornal Comarca de Alcobaça em 20 Abril 1951 à casa Coelho & Varela, situada sempre na rua Prof. Arlindo Varela, desde 1929 até há cerca de uns 10 anos...embora com outra denominação.
Com muito poucas alterações, a loja sempre disponibilizou aos seus clientes uma vasta gama de produtos que se "estendiam" dos de 1ª necessidade aos...da construção civil.
Era lá que se ia buscar uma quarta de açúcar...metade meio litro de azeite...bacalhau seco e cortado...1 litro de petróleo....250 grms de prego de ripar...1 saco de cimento...2 ms de nastro...colchetes, sei lá eu (como diz uma das minhas netas)!
Se repararmos efectivamente no que lá se vendia, não estaremos em 1951 "quase" na presença de um qualquer Hipermercado de hoje?
É para a época uma loja tradicional, como milhares de outras em Portugal!
...Mas não fica mal referir no Vallado dos Frades... esta "grande superfície"!


Hélio Matias

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Dresina







As dresinas são veículos ferroviários utilizadas para transporte, trabalhos e inspecção das vias férreas. Podem ser de tracção humana ou de tracção motorizada.
Teve origem no francês draisine (1873), refere-se ao «precursor do velocípede, com duas ou três rodas, dotado de direcção e impulsionado pelos pés forçando o chão, ou sobre pedais, em movimento alternado» ou ao «pequeno vagão, de quatro rodas e um ou dois assentos, que corre sobre trilhos e que geralmente se destina a serviços em via férrea».
Uma dresina, também conhecida como «zorra de via», é um veículo ferroviário ligeiro, conduzido por pessoal próprio do serviço, equipado para transportar pessoal e material necessário para a conservação das instalações ferroviárias. 
Quem "atravessou" o tempo de ouro da linha de caminho de ferro do Oeste, quando pelo Vallado circulavam diariamente uma dúzia de composições ferroviárias, teve a "sorte" de presenciar inúmeras vezes a movimentação das dresinas, que mais não eram que pequenos estrados de madeira com 4 rodas assentes nos carris dos comboios, levando 4 ou 5 trabalhadores que pedalando ou fazendo um movimento de vai-vem num "braço", geravam um movimento nas rodas fazendo que todo um conjunto se deslocasse na via.
Esta equipa de homens levavam o material necessário e deslocavam-se em direcção a um ponto definido da via onde estaria qualquer anomalia para consertarem...era pois um pronto socorro!
Mais ou menos rápido, era pelo menos eficiente e estava sempre "à mão"...para pequenos concertos!
Depois passaram a ser impulsionadas por um pequeno motor acoplado, depois...acabaram-se os comboios...acabaram-se as dresinas!

 

 https://www.google.pt/search?q=dresina


 Hélio Matias

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Bezerros criados a meias



A imagem hoje colocado transporta-nos para uma realidade ligada ao trabalho rural - as vacas.
Elas eram efectivamente tudo o que um Valadense trabalhador rural mais desejaria ter e que com mais cuidado acarinhava.
Produtoras de estrume, as grandes "companheiras" no trabalho, transporte e fonte de rendimento pela possibilidade da parição de bezerros!
Geralmente estes destinavam-se à venda na feira depois de desmamados.
Há no entanto uma faceta muito interessante:
Havia pessoas que não tinham possibilidades económicas para ter gado, mas que faziam um contrato oral com alguém que comprava um bezerro/a e o punha na sua casa para o criar, ficando portanto com o encargo de o estimar e alimentar. Quando estivesse em condições de vender, deduzia-se o preço do custo para quem o tinha comprado e o lucro era depois dividido pelos dois - maneira engenhosa de ambos realizarem algum dinheiro, com maiores vantagens para quem tinha feito o investimento inicial, pois que para além do risco do dinheiro em jogo não tinha mais nenhum trabalho.
Era o que se chamava "criar um bezerro a meias"!
Vivências hoje impossíveis de voltar a encontrar...pois se já nem vacas há!

Hélio Matias

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Assistência ao Teatro no Clube Recreativo Valadense 1955



Esta é bem uma imagem de outros tempos.
Teatro no Clube com o Grupo de Amadores de Teatro do Valado e sempre casa cheia com uma assistência interessadíssima.
O teatro foi sempre uma das actividades mais entusiasmantes do Clube, os amadores durante o Inverno passavam-no quase sempre em ensaios.
Era um escape ao trabalho árduo...era a possibilidade de uma fuga a um tempo de monotonia...ainda nem havia televisão...e quantos namoricos não passaram por ali.
É pena que o teatro tenha perdido alguma predominância...mas os interesses e a oferta são hoje diferentes!
Hélio Matias

domingo, 25 de setembro de 2016

Pinhal de Leiria

Bela imagem duma estrada na Mata Nacional de Leiria 

O Pinhal de Leiria, a que Arala Pinto chamou de "O maior monumento de Portugal", também conhecido por Pinhal do Rei ou Mata Nacional de Leiria! 
Situa-se quase na sua totalidade no concelho da Marinha Grande (cerca de 2/3 da sua superfície), ao Sul do rio Liz.
Afonso Lopes Vieira e Fernando Pessoa, referenciam-no nos seus textos!
Tem uma área de 11.029 hectares que está dividida por arrifes (no sentido norte/sul) e aceiros (no sentido nascente/poente) em 142 talhões de cerca de 35 hectares. A espécie florestal largamente dominante é o pinheiro-bravo (cerca de 98% da área arborizada da Mata).

 Movimentação, por arrastamento, de pinheiros abatidos,
usando junta 
de vacas.

A origem do Pinhal de Leiria remonta seguramente a tempos anteriores ao reinado de D. Dinis (final do século XIII, princípios do século XTV), eventualmente anterior à fundação da nacionalidade e nele predominava então o pinheiro-manso. Mas foi D. Dinis que a lenda e a tradição consagraram como a figura emblemática deste Pinhal, sendo seguro que muito contribuiu para a sua valorização considerando-o como Mata da Coroa, mandando fazer grandes sementeiras de pinheiro--bravo e estabelecendo as primeiras regras para a sua administração. Com estas acções visava a fixação das areias do litoral que soltas e arrastadas pelos ventos muito prejudicavam a agricultura da região e ao mesmo tempo produzir madeiras em qualidade e quantidade para as enormes e crescentes necessidades de uma indústria de construção naval nacional que chegou a produzir centenas e centenas de navios que percorreram as costas da África, do Brasil e da Índia.
Ao longo dos tempos esta Mata, estratégica para o desenvolvimento regional e nacional, serviu de modelo para a gestão das restantes matas públicas.

 Serrando toros de pinheiros no pinhal...notar num homem  
dentro dum buraco a ajudar o que está sobre o pinheiro

Em 1824, é criada a Administração Geral das Matas do Reino, em 1852 e com sede na Marinha Grande/Pinhal de Leiria, situação que perdurou até à criação dos Serviços Florestais em 1886. Tanto então como mais tarde, durante a vigência dos Serviços Florestais, aqui trabalharam os mais ilustres técnicos florestais em diversas áreas de conhecimento florestal: estudos, investigação e experimentação, cartografia, botânica, ordenamento, resinagem, correcção torrencial, fixação e arborização das dunas, silvicultura do pinheiro-bravo, formação profissional, exploração florestal, etc.
O Pinhal do Rei foi o primeiro sustentáculo económico da Marinha Grande, produzindo as matérias-primas para as indústrias de serração de madeiras e destilação de produtos resinosos e mais tarde para a indústria vidreira (a madeira da mata era o combustível utilizado).
A Mata Nacional de Leiria, para além do seu actual e histórico papel de protecção das dunas e produção de resina e madeira de pinho de elevada qualidade e dimensão, e ainda da sua função económico-social para os povos limítrofes da mata (caça, lenha, matos, caruma, carvão) desempenha, numa óptica de multi-funcionalidade, um papel de interesse crescente para os cidadãos em geral, como espaço privilegiado de recreio, lazer e paisagem, complementar das praias de Pedrógão, Vieira e S. Pedro de Muel.

 Floresta Portuguesa, Imagens de Tempos Idos - Fundação Luso-Americana

Hélio Matias

sábado, 24 de setembro de 2016

Rainha Isabel II na Nazaré

Rancho Tá-Mar na Praça Sousa Oliveira

Também a Nazaré não podia deixar de ser visitada por Isabel II.
Estamos em Fevereiro de 1957, e curiosamente quase que inaugurou a estrada nova, hoje Avenida da Nazaré, quando ao deslocar-se para Alcobaça passou pelo Valado dos Frades, onde os Valadenses se apinharam junto às bermas da nova estrada para a ver e "vitoriar"...pouca gente ou ninguém foi trabalhar!
E a Nazaré, para a obsequiar fez uma mostra do que de melhor e mais genuíno tem - o seu folclore.
Assim na sua "sala de visitas", a Praça Sousa Oliveira, completamente apinhada de gente, o Rancho Tá-Mar mostra todo o seu virtuosismo a Sua Majestade!
Vale a pena "analisar" a imagem porque nos dá uma leitura muito pormenorizada do "ambiente" que se viveu...a que não faltou um cão que ao fundo parece confundido com tudo o que o rodeia.
A Nazaré como sempre...soube receber!



Hélio Matias

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Nazaré por Alberto Sousa, Cesar Abbot...

Albero de Sousa
A Nazaré é sem dúvida uma das terras portuguesas que em maior profusão foi passada ao Bilhete Postal...hoje cobiçados por inúmeros Cartofilistas!
Muitos artistas...fotógrafos...pintores, trataram de fazer um trabalho que a posteridade irá "saborear".
Imagens de figuras tipicamente Nazarenas!

 Cesar Abbot 1947

 Cttnarte

 Alberto de Sousa


Hélio Matias

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Mercearia antiga...Alcobaça

Encher o cartucho com o corredor

Aos poucos...sorrateiramente e...sem alarido, as Mercearias que desde décadas povoaram e fizeram parte da nossa vivência...foram desaparecendo.
Estes espaços onde por vezes a higiene - tal qual a concebemos hoje - não estaria sempre "no ponto", eram no entanto locais onde era possível encontrarmos tudo quanto se necessitava.
- Então o que é que a freguesa vai levar?
- Olhe meia barra de sabão amarelo para esfregar o soalho, e uma escova!
- Dona Maria o que deseja?
- Sr. Francisco uma quarta de açúcar e meio litro de petróleo!
- Olá, o que queres menino?
- Oh Sr. Júlio, três rebuçados com os cromos do futebol e duas quartas de feijão de manteiga...a minha mãe disse para "assentar" que depois ela paga.
- Está bem vai-te lá embora, mas aqui no livro dos "fiados" já cá está uma contita!
- Boa tarde ti "Jaquim", avie-me aí 100 grs de prego de ripar...tenho de arranjar umas tábuas que o porco me deitou abaixo!
- Oh Manel não deixes morrer o animal...olha as Festas das Chouriças!...
...e era assim a "vida" duma mercearia...no Valado...Nazaré ou...Alcobaça!
Espaço onde tudo se vendia!
Onde os produtos líquidos nos obrigava a levar uma garrafa para os trazer!
Os "artigos" sólidos eram metidos em cartuchos de papel pardo!
Era assim nas aldeias até ao aparecimento dos Supermercados!
Era melhor...era pior?!
Eram pelo menos locais de intimidade...de encontro...de sociabilidade!
Hoje ficamos com os Continentes...Jumbos...Pingos Doce...etc, etc.
Mercearias Antigas...saudades de quem as conheceu!

 Cartucho na balança...para acertar o peso

 Sacos de linhagem onde se expunham os cereais e leguminosas

 Balança de balcão

  
Sampaio, Jorge Pereira de e Pereira, Luís Peres - 100 ANOS de Comércio em Alcobaça
 

Hélio Matias

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Nazaré à Noite


A Nazaré vê-se e...gosta-se!
É sem dúvida uma das paisagens naturais mais surpreendentes da costa Portuguesa.
Desenvolveu-se à sombra do promontório do Sítio...espraiando-se ao longo do areal.
Mil vezes fotografada...outras tantas desenhada e pintada...tem sido possível manter a paisagem que desfrutamos mais ou menos incólume.
A imagem de hoje, como a grande maioria das "tomadas" de vista, foi tirada quase..quase sobre a entrada do túnel do elevador, mas...à noite!
E a Nazaré vista do Sítio à noite fica com uma espectacularidade acrescida: como as ruas do núcleo central e mais antigo são muito estreitas, os beirados dos telhados vistos do Sítio parecem tocar-se.
Ora por via disso, durante a noite os candeeiros da iluminação pública não se vêm mas...o feixe da luz emana entre as casas re-desenhando bem o traçado urbano. 
Nazaré à noite...gosta-se!

Hélio Matias 

domingo, 18 de setembro de 2016

Mercado de Alcobaça

Quantas Valadenses?

Em Alcobaça, o Mercado Municipal realizado semanalmente, apresentou-se em locais diferentes ao longo das décadas, desde o Rossio...à Praça D. Afonso Henriques...à Praça 5 de Outubro...para finalmente "pousar" na área da Gafa onde hoje se encontra.
Era conhecido por ser um mercado "farto", já que aí acorriam as diversas populações das freguesias deste extenso concelho, bem como as gentes do concelho vizinho da Nazaré.
Para além dos produtos agrícolas aí facilmente encontrados, era também um mercado abastecedor de sementes, alfaias, peixe da Nazaré e até...animais usados pelo mundo rural, burros, vacas,porcos(numa feira que se realizava na Gafa - feira de gado) e animais de capoeira.
Era sem dúvida um Supermercado...no tempo.
Depois foi-se esvaziando de "peso" e influência por razões de que todos nos apercebemos.
Hoje, o Mercado de Alcobaça....parece ter entrado num estertor de "morte anunciada"!



Tabela de preços no Mercado de Alcobaça, 1895

Hélio Matias


sábado, 17 de setembro de 2016

Caneta de molhar e Caderno 2 linhas



Lembra-se destas imagens?!
Passaram já muitos anos e foram votadas ao ostracismo, o que de certo modo se compreende em relação à caneta!
Hoje a tecnologia brindou-nos com canetas que não se têm de molhar no tinteiro, que não precisamos de transportar a tinta à parte, que não "esborratam" com facilidade, etc!
Mas os cadernos de 2 linhas foi uma pena terem desaparecido, porque nos "ensinavam" a ser disciplinados e a fazer com que a caligrafia fosse mais "bonita" e legível...basta compararmos a "letra" dos que ainda usaram este caderno e...a de um aluno de agora!
...Qual quer escolher!?


Hélio Matias

sábado, 10 de setembro de 2016

Informação Meteorológica

Actualizado em 10-09-2016

A previsão geral aponta para céu pouco nublado e temperaturas amenas até à próxima Segunda-feira. Madrugadas ligeiramente frescas com algumas neblinas nos vales e no litoral Oeste. Dias com bastante sol, frescos no litoral e relativamente quentes, mas sem exageros, no interior. Vento fraco a moderado de Norte e Noroeste.
Podemos ter chuva a partir de Segunda-feira à noite no litoral que depois se deve estender a todas as regiões na manhã de Terça-feira. As temperaturas vão descer significativamente e teremos 3 dias bem frescos entre Terça e Quinta-feira.
Domingo voltamos a ter bastante sol, filtrado por algumas nuvens altas. As temperaturas vão subir e já se pode sentir bastante calor nas regiões do interior. O vento será fraco de Sudoeste.
Segunda-feira  poucas nuvens durante o dia e muitas à noite. Pode começar a chover ao anoitecer no litoral Oeste. Temperaturas agradáveis durante o dia com descida significativa à noite. Vento fraco de Sul tornando-se moderado de Sudoeste a partir da tarde.
Terça-feira teremos chuva intensa durante a madrugada e inicio da manhã, passando a aguaceiros fracos durante o dia. Acentuada descida de temperatura. Vento moderado de Sudoeste na madrugada e Noroeste durante o dia.
Nos dias seguintes a previsão geral é de tempo bem fresco, bastantes nuvens e alguns aguaceiros fracos no litoral Oeste. O calor deve regressar a partir de Sexta-feira.

in:  http://vitorbaiameteo.pt/previsao-geral/

Hélio Matias

Casa antiga Valado


Por vezes custa a perceber porque certas situações acontecem, uma vez que era extremamente simples encontrar uma alternativa "saudável".
Esta casa personifica uma certa tradição e cuidado, que estão de acordo com a sua própria fisionomia.
Casa baixa, com uma porta liliputiana onde se insere uma única janela com interessante cortinado, e a encimar tudo isto uma fresta, que servirá para facilitar a ventilação e a claridade.
Cá fora uma fila de vasos onde as flores da proprietária dão um "toque" de graciosidade e bom gosto.
Até aqui...nada a opor!
Mas atente-se agora nos fios dispersos, caídos, autenticamente "despejados"!
E em baixo, que dizer da caixa da energia aí colocada, como se não fosse possível dissimulá-la ou puxá-la um pouco mais para um dos lados!
Era tão fácil...melhorar!

Hélio Matias

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Símbolo da Paz


Na sua origem está o movimento britânico de luta contra o nuclear e a semáfora, o código de bandeiras usado para a comunicação entre embarcações, mas quase todos o conhecemos como o símbolo da paz, impresso em t-shirts e canecas, pintado em paredes, viadutos e nas velhas Volkswagen "pão de forma".
O símbolo desenhado por Gerald Holtom em 1958 foi pela primeira vez usado numa marcha a favor do desarmamento nuclear. A caminhada fez-se entre Trafalgar Square, no centro de Londres, e uma fábrica de armamento em Aldermaston.
 Inicialmente, Holtom previra usar uma cruz cristã, mas acabou por recorrer à linguagem das bandeiras - o símbolo que hoje conhecemos é a junção das letras N e D, iniciais de Nuclear Disarmament, dentro de um círculo. Segundo o pacifista Ken Kolsbun, autor do livro Peace: A Biography o/a Symbol, que passou décadas a documentar o uso do símbolo de Holtom, foram muitos os movimentos que dele se apropriaram.
Ao atravessar o Atlântico, por exemplo, tornou-se imagem de marca do movimento dos direitos civis ou dos protestos contra a guerra do Vietname, passando depois a referência chave da contra-cultura dos anos 70.
Bem mais recentemente, pudemos vê-lo nas manifestações globais contra o conflito no Iraque.
...Melhor que estar nas manifestações...será a influência directa que possa ter na realidade!

in Público

Hélio Matias